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O DESCOBRIMENTO DO BRASIL REPRESENTADO ATRAVÉS DOS GAMES

Foto do escritor: Rafael Biazi
Rafael Biazi
22 de abr. de 2020
3 min de leitura

Atualizado: 22 de abr. de 2020


Navegador Português

O Brasil foi descoberto há 520 anos atrás e o videogame é capaz de recriar o cenário daquela época de grandes navegações, aventuras e batalhas por poder e prosperidade.


O dia 22 de Abril é lembrado como a data em que os portugueses chegaram ao Brasil, em uma expedição liderada por Pedro Álvares Cabral, no ano de 1.500. Esse período foi marcado pelas grandes navegações dos europeus a caminho das Índias, o que resultou na descoberta de diversas ilhas, principalmente nos oceanos Atlântico e Pacífico, assim como na colonização das Américas.


Após o fechamento das rotas comerciais para o oriente através do continente, com a conquista de Constantinopla, em 1453, pelos Otomanos, os países europeus tiveram que buscar outras maneiras de estabelecer o comércio com os países asiáticos, sendo que Portugal foi pioneiro nas explorações marítimas. Outros fatores, como a sua localização, também contribuíram para que o país expandisse o seu território pelo mar.


Os portugueses não foram os primeiros a chegar nas Américas. Antes disso, expedições espanholas, sob o comando de Cristóvão Colombo, chegaram às ilhas caribenhas. Mesmo assim, os portugueses tiveram grande importância na colonização das américas, além de serem vistos como grandes navegadores. O Brasil, para os portugueses, foi de fundamental importância, pois a sua colonização gerou riqueza e poder.


Esse período é bem retratado na série de jogos “Age of Empires”, que além de proporcionar diversão e entretenimento, é uma ótima fonte de conhecimento histórico. O game é capaz de levar o jogador a uma posição de estrategista em batalhas por territórios e prosperidade de sua nação.


Batalhas navais da era das grandes navegações - Imagem do jogo Age of Empires III

O videogame e o conhecimento


Há tempos os jogos eletrônicos deixaram de ser uma fonte apenas de entretenimento e diversão, pois além disso, são capazes de proporcionar conhecimento e auxiliar na educação. Realizar cálculos, ler, projetar estratégias e buscar conhecimento extra são características de diversos games, que também são capazes de ensinar história, geografia, ciências, física e diversos outros conteúdos escolares.


Quando a matéria é história, títulos como Assassin’s Creed, Medal of Honor ou Call of Duty, Civilization e principalmente a série de jogos “Age of Empires” vem à cabeça de muitos gamers, pois os seus conteúdos foram desenvolvidos com base na história do mundo e das civilizações que habitam ou já habitaram a Terra, assim como uma bagagem cultural que foi deixada por elas, como destaques das arquiteturas, vestimentos, armas e até religião.



Cena de uma partida de Age of Empires II

Age of Empires é uma série de jogos de estratégia em tempo real, onde o jogador controla uma civilização, a evolui, cria exércitos e parte para batalhas em busca de expansão territorial e conquista de outros povos. O game possui modo campanha e também mapa aleatório que pode ser jogado de 1 a 8 jogadores.


Os jogos são marcados por diversos eventos históricos que ocorreram principalmente na Europa, Asia e Norte da Africa, posteriormente nas Américas também. O primeiro título da série foi lançado em 1997 e contém civilizações que povoaram a terra a partir da idade da pedra, até a idade antiga (aproximadamente 500 d.c.). O segundo, lançado em 1999, conta com civilizações que habitaram o mundo durante a idade média (aproximadamente 500 d.c. até 1.453 d.c). Já o terceiro game, lançado em 2005, permite que o jogador controle as maiores potências mundiais a da Idade Moderna (de 1.453 d.c até 1.789 d.c.), essa última, a era das grandes navegações.


Gameplay Age of empires III - Descobrimento do Brasil


Ao jogar no modo “Mapa aleatório” é possível selecionar a nação a controlar, assim como qual enfrenta e o cenário onde a batalha irá acontecer. Isso permite criar momentos históricos, como esse Gameplay que representa o descobrimento e colonização do Brasil:



Texto: Rafael Biazi

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