À luz de Velas

Atualizado: 18 de jul. de 2019

A luz. Ilumina; acende; brilha; clareia; encandeia. É sinônimo de beleza, esperança e conhecimento. É antagonista do mal, que por sua vez é representado pela escuridão. A representação da luz e da sombra é capaz de despertar “o imaginário”, onde o claro e o escuro disputam a atenção dos olhos.
A luz permite a contemplação de toda beleza que os olhos alcançam. A dádiva da natureza que permite agraciar tudo o que envolve a todos.
A luz. Chamariz das atenções; norteia a visão; cria linhas, caminhos que os olhos percorrem. Um mapa na escuridão.
Há luz no elemento mais quente da natureza; que encanta e assusta; que pune e conforta; mas que queima para permitir a ressurreição.
Há luz no olhar de quem sonha; de quem busca prosperidade; quem com ímpeto, tal qual uma labareda, conquista suas glórias.
Há luz. Em sua forma mais primitiva – a Chama – ostenta poder e fascínio a quem é capaz de regê-la. A portadora do esplendido símbolo de poder clama a sua supremacia, que é concedida por quem a teme.


À luz do fogo momentos são prolongados ao extinguir as trevas e aquecer a noite.
À luz de velas o ambiente gradualmente se colore e ilumina diversas faces, outrora escondidas nas sombras.
À luz, os medos são banidos, as dúvidas são sanadas e as mentes são expandidas. Luz é conhecimento; luz é vida; luz é calor; luz é poder; luz é esperança; luz é início; luz é fim; luz é recomeço; luz é a labuta que é compensada pelas melhores conquistas.


Comentários